http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u13603.shtml 08/08/2003 - 10h36 E-mail confirma hipótese do "mundo pequeno"
SALVADOR NOGUEIRA da Folha de S.Paulo
Quantas pessoas precisam ser contatadas para que você envie um recado a Osama bin Laden pela internet? Provavelmente sete, dizem sociólogos americanos. Um experimento feito on-line com mais de 60 mil voluntários acaba de corroborar a famosa hipótese do "mundo pequeno", segundo a qual uns poucos elos de ligação separam uma pessoa de qualquer outra no mundo.
Na vida cotidiana, volta e meia se constata esse fenômeno. Numa festa, não é incomum ser apresentado a alguém que, por coincidência, estudou com um outro amigo seu na faculdade. Essas descobertas normalmente vêm com alguma surpresa, seguida pela velha frase: "Como esse mundo é pequeno". É mesmo.
Em 1967, Stanley Milgram foi o primeiro a levantar a hipótese, sugerindo que as pessoas são ligadas por pequenas cadeias de elos sociais, em média com seis graus de separação. Mas fazer testes com redes sociais não é muito fácil. Ou melhor, não era. Com a ajuda da internet, o grupo liderado por Duncan Watts, da Universidade Columbia, nos EUA, conseguiu realizar o estudo mais detalhado de uma rede social global já feito.
Os resultados saem publicados hoje na revista americana "Science" (www.sciencemag.org).
A premissa do experimento é simples. Os voluntários se cadastraram no site do grupo e então foram desafiados a alcançar um "alvo" --uma pessoa que não conheciam, mas deveriam tentar contatar. Para isso, tinham direito a enviar um e-mail para uma pessoa conhecida que julgassem estar mais perto do alvo do que eles. O processo seguia adiante até o alvo ser atingido ou o último contatado interromper a sequência.
No total, mais de 60 mil pessoas participaram do experimento. Os pesquisadores constataram que, em média, cinco a sete passos eram exigidos para atingir um alvo, confirmando a antiga idéia de Milgram com dados mais sólidos.
O que mais surpreendeu os pesquisadores foi a relação entre as tentativas bem-sucedidas e a crença dos participantes de que poderiam ter sucesso. "Se você pensa que o mundo é pequeno, então ele é -é uma profecia que se cumpre automaticamente", disse à Folha Peter Dodds, um dos idealizadores do estudo.
Embora o mais interessante aqui pareça ser o lado pitoresco, Mark Granovetter, pesquisador da Universidade Stanford que não participou da pesquisa, afirma que há um lado importante.
"Quando a polícia ou as agências de inteligência estão procurando espiões ou criminosos, estão ativando uma rede e procurando um atalho que as conecte ao alvo. Quando as pessoas procuram um trabalho, a mesma coisa", diz. "Há muitas situações em que precisamos entender os processos da rede social que fazem o mundo pequeno ou não tão pequeno, e essa linha de pesquisa nos dá dicas de como estudar isso."
O grupo agora está realizando uma nova edição do experimento. É possível participar visitando o site smallworld.columbia.edu
Huang Tzu-heng decidiu, num daqueles dias em que só se pensa bobagem e só se faz besteira, conferir se sua namorada, Hsiao Lan, realmente gostava dele. Então Huang inventou um alter-ego, Mr. J, e foi para a rede azarar a menina. Mr. J se deu bem. A jovem Hsiao, de repente, viu-se perdida de amores por seu novo amigo de Internet e Huang ficou triste porque a namorada não comentou nada; e quem ama, segundo ele, deveria partilhar todos os segredos. E Mr. J e Hsiao continuaram se encontrando na Internet, até que um dia a jovem não agüentou mais a situação, procurou Huang e terminou tudo com ele, confessando que estava apaixonada por outra pessoa. Consumido por infinita dor, Huang incendiou-se na cama, deixando duas cartas, uma para a família e outra para Hsiao, finalmente revelando sua indentidade secreta.
Louco e triste, não? Aconteceu em Taiwan, na semana passada.
GeracaoY 6:23 PM
Chuck Berry fotografava garotas nuas e sorridentes antes de fazer sexo com elas. Estranho fetiche? Galeria de troféus? Aparentemente sim.
Mas não é nada disso, a explicação é muito mais simples: para não ser acusado de estupro - que, aí sim, pode ser uma coisa bem complicada - nosso velho homem do rock, munido com uma câmera Polaroid, antes de transar com alguma fã mais fissurada pedia que ela se despisse e fosse fotografada nua e sorridente, abraçada com ele.
Esperto o velho Chuck, não? Ser negro nos EUA na década de 50 (e talvez até hoje) não devia ser nada fácil. Haja criatividade!
GeracaoY 6:22 PM
Cientistas espanhóis identificaram um nova forma de fungo, capaz de comer CDs. Segundo a rede britânica BBC, um geólogo do Museu de História Natural de Madri descobriu o fungo -que pertence à família Geotrichum- em CDs trazidos de Belize, América Central.
Embora o fungo esteja amplamente disseminado, ele se desenvolve sobre CDs apenas em condições de alta temperatura e umidade excessiva. O fungo ataca a superfície do disco, consumindo plástico e até alumínio. Especialistas dizem que fungos que atacam substâncias feitas pelo homem, como o plástico, são pouco comuns.
Javier Garcia-Guinea, chefe de geologia do museu, acredita que esse é o primeiro caso documentado de um fungo que ataca CDs. Relatos semelhantes estão chegando de todo o mundo, afirma. (Folha de S.Paulo)
GeracaoY 5:43 PM
"Big Brother Rural" inibe invasão e roubo em fazendas
Sistema aciona alarme e celular em caso de movimentação suspeita
Palmeira - Nem homens armados nem cães de guarda. Um fazendeiro de Palmeira, na região de Ponta Grossa, resolveu instalar câmeras de vídeo para vigiar a entrada e a saída de pessoas de sua propriedade. Até a movimentação de funcionários é controlada pelos equipamentos, que custaram R$ 15 mil. O sistema, criado no Paraná, é o primeiro que associa câmeras de vídeo a alarmes no meio rural. Sinais de alerta podem ser emitidos inclusive para telefones celulares.
O fazendeiro, que prefere não se identificar, instalou os aparelhos não apenas para evitar invasões - oito acampamentos foram montados na região neste ano por famílias sem-terra. Ele pretende também inibir furtos de combustíveis e máquinas agrícolas. A esperança é de que o "consumo" de óleo diesel, que chegou a 500 litros por semana, seja reduzido. As câmeras estão direcionadas também para colheitadeiras e tratores, que valem cerca de R$ 50 mil.
"As câmeras não impedem ninguém de entrar na propriedade, mas as imagens podem servir de prova em caso de qualquer incidente", afirma o engenheiro eletrônico Kung Karh-Hung, um dos criadores do sistema de vigilância. O proprietário pode gravar as imagens para revê-las ou manter alguém monitorando as câmeras por meio de um aparelho de TV. Se a fazenda tiver telefone, as imagens podem ser acompanhadas também pela internet.
O sistema que está sendo experimentado em Palmeira funciona com duas câmeras. Elas captam imagens mesmo durante a noite e enviam para uma central. Sensores instalados junto às câmeras acionam alarmes sonoros dentro de uma das casas da fazenda quando há qualquer movimentação. Estes aparelhos são sensíveis ao calor e ao movimento.
O sistema pode funcionar com até oito câmeras, instaladas a no máximo cinco quilômetros da unidade central. A comunicação entre as câmeras e a central se dá por ondas de rádio. Linhas telefônicas são necessárias quando o proprietário quer receber alarmes em seu celular ou pela internet. A unidade central é que emite os sinais, que podem também ser impressos automaticamente, com informações sobre hora, local e tipo de ocorrência.
O engenheiro eletrônico Maurício Sotto Mayor conta que uma empresa especializada em segurança no meio rural já vem negociando a distribuição de sistemas de vigilância no estado. Ele afirma que recebe perto de 50 consultas por semana de fazendeiros que querem saber como funcionam os aparelhos. A fazenda de Palmeira será usada para demonstrações aos interessados. O custo do sistema completo chega a R$ 80 mil, de acordo com a empresa fabricante, a Kuchima, de Curitiba.
Na fazenda de Palmeira, nenhuma ocorrência de furto ou invasão foi registrada depois da instalação dos equipamentos. Os monitores notaram apenas mudança no comportamento dos funcionários, que apelidaram o sistema de Big Brother Rural. Os trabalhadores sentem-se vigiados e evitam permanecer diante das câmeras. No entanto, o proprietário, que se aposentou e não quer permanecer no local diariamente, diz estar mais seguro.
esqueceram de pintar o buraquinho do 'e'
GeracaoY 5:50 PM
Friday, May 30, 2003
[01:22:05] {Sergio} ganhei na promocao lah do emaildireto ;)
[01:22:35] {Zard} legal
[01:22:39] {Zard} o que você ganhou
[01:22:50] {Sergio} multifuncional + camera digital
[01:23:00] {Zard} que legal
[01:23:06] {Zard} o que é multifuncional?
GeracaoY 9:31 PM